Monthly Archives: Março 2017

Bolachinhas de banana e passas de uva

72

“Gosto mais de ti que de bolachinhas” é a minha declaração de amor favorita 🙂 .

Obviamente depende das bolachas mas isso seria uma outra discussão 🙂 Mas esquecendo as declarações de amor pirosas, esta Primavera está a soar a Inverno e à parte desta constipação safada que não me deixa disfrutar este frio gostoso e chuvinha boa, só me apetecem fazer/comer bolachas gostosas a acompanhar com litros de chá bem quentinho.

A verdade é que independentemente do tempo que se faz sentir, gosto de fazer bolachas todo o ano e lá está, dependendo da temperatura, ou vão com um chá bem quentinho ou com um refresco ou mesmo com uma Katiette 😉 (sumol de laranja com groselha).

Estas bolachas são de-li-ci-o-sas!!! Obviamente convém que se goste de bananas e de passas de uva 😉 se for esse o caso, vão adorar, acreditem 😉 .

(adaptado de 750 g)

Ingredientes: (para cerca de 25 bolachinhas médias)

– 200 g de farinha de trigo sem fermento

– 100 g de flocos de aveia finos

– 1 colher de chá de fermento tipo Royal

– 1 ovo

– 150 g de manteiga à temperatura ambiente

– 75 g de açúcar branco

– 75 g de açúcar amarelo

– 1 colher de sobremesa de extracto de baunilha

– 1 banana grande esmagada

– 150 g de passas de uva

Preparação:

– Ligar o forno a 165ºC;

– Numa taça misturar a manteiga com os açúcares e o extracto de baunilha até obter uma mistura cremosa e homogénea;

– Juntar o ovo e a banana e misturar muito bem;

– Juntar a farinha, o fermento e os flocos de aveia e misturar muito bem novamente;

– Por fim envolver bem as passas de uva;

– Com a ajuda de uma colher fazer pequenas bolinhas com a massa e colocar num tabuleiro forrado com papel vegetal;

– Levar ao forno por cerca de 15 minutos ou até estarem douradinhas;

– Retirar do forno e deixar arrefecer no tabuleiro cerca de 5 minutos antes de transferir para a rede para arrefecerem completamente.

– Podem sempre saltar o passo anterior e comer as bolachas à medida que vão saindo do forno 😛

Muka dourada*

Anúncios

Tarte de curd de limão e verbena com physalis

71

Apesar de ser uma amante confessa de plantas nunca fui a pessoa mais prendada para tratar delas e conseguir que elas sobrevivam mais que algumas semanas (é o chamado toque verde inverso 😉 ). Acontece que nos últimos tempos (talvez seja a ternura dos trinta-e-quase-entas 🙂 ) as plantas têm conseguido não só resistir mas mostrar a sua alegria por conviverem comigo, ele é orquídeas que dão flor, ele é physalis que dão frutos do tamanho de pequenas ameixas, enfim, é A loucura no Reino das Plantas :).

A propósito das physalis estarem a dar frutos de uma forma tão prolífera decidi experimentar fazer uns docinhos com elas. O sabor da physalis é bastante aromático e ácido e portanto nem sempre do agrado geral mas a sua conversão para compota retira-lhe bastante acidez e torna o sabor ainda mais interessante.

A receita que vos trago é de uma tarte deliciosa mas assumidamente ácida (pelo lemon curd e um pouco pelas physalis) e com um travo ligeiramente floral (da verbena e das physalis). É assumidamente diferente mas muito gostosa, espero que gostem ;).

(adaptado de: Food and Wine)

Ingredientes:

Massa

– 120 g de farinha de trigo sem fermento

– ½ colher de chá de canela em pó

– 112 g de manteiga (à temperatura ambiente)

– 60 g de açúcar branco

– 1 ovo

– ½ colher de chá de extracto de baunilha

– Raspa da casca de ½ limão

– Raspa da casca de ½ laranja

Lemon curd

– 120ml de sumo de limão

– 200g de açúcar

– 3 gemas (ligeiramente batidas)

– 125g de manteiga (em pequenos cubos)

– 20 g de folhas de verbena secas

 

Compota de physalis

– 170 g de physalis frescas

– 80 g de açúcar branco

– sumo de uma laranja

– 50 ml de H2O

– 15 ml de Licor Beirão

– ½ colher de sobremesa de extracto de baunilha

Preparação:

Massa

– Numa taça misturar a farinha com a canela;

– Noutra taça misturar a manteiga com o açúcar até obter uma mistura fofa. Juntar o ovo, a baunilha, as raspas e misturar bem;

– À mistura da manteiga juntar a farinha (em duas ou três vezes);

– Levar a massa a repousar no frigorífico por pelo menos durante 1 hora;

– Retirar a massa do frigorífico e estender de forma a obter um disco de massa com cerca de ½ cm de altura;

– Forrar uma tarteira com a massa e levar ao frigorífico por mais 1 hora;

– Ligar o forno a 170 ºC;

– Retirar a tarteira do frigorífico, forrar com uma folha de papel vegetal e colocar feijões secos ou contas de cerâmica e levar ao forno até estar dourada (cerca de 30-35 minutos);

– Retirar do forno, remover a folha de papel vegetal e as contas de cerâmica ou feijões e deixar arrefecer.

Lemon curd

– Juntar o açúcar, o sumo de limão e as gemas e misturar bem, juntar as folhas de verbena e levar a lume brando. Juntar a manteiga em pequenos pedaços e misturar bem;

– Deixar cozinhar lentamente sem levantar fervura e até ter a consistência desejada;

– Reservar e deixar arrefecer.

Compota de physalis

– Num tachinho juntar todos os ingredientes e levar a lume brando até obter uma compota ligeira;

– Reservar e deixar arrefecer.

Montagem da tarte

– Ligar o forno a 170 ºC;

– Dentro da tarteira com a caixa devidamente cozinhada colocar o curd de limão e levar ao forno por 10 minutos;

– Retirar do forno, deixar arrefecer, desenformar e servir com a compota de physalis.

Muka dourada*